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CINQUENTA ANOS DEPOIS (III)

O historiador não especula sobre o que poderia ter sido, nem lhe é dado levantar hipóteses sobre como seriam os acontecimentos, se a realidade vivenciada fosse outra. Como esta não é uma tese acadêmica ouso, entretanto, ensaiar um breve exercício de “futurologia retroativa”, se assim me posso expressar. Levando em conta o contexto da Guerra Fria que então dividia o mundo, proponho-me imaginar o que teria acontecido – a nós, brasileiros - se não tivesse havido a intervenção civil-militar de 31 de março de 1964.