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BRASILEIRINHOS

Na praia tranquila, crianças esbaldam-se na areia, acompanhadas de mamães e papais carinhosos. Surpreende-me o número de jovens pais que, pacientes, brincam com seus pequerruchos, fazendo piscininhas e castelinhos, passando protetor solar, trocando fraldas, dando mamadeiras. A pergunta é inevitável: o que foi feito do machão brasileiro que mal e mal tolerava o choro das crianças, enquanto a mãe se esfalfava sozinha?

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ELES & ELAS

Por ocasião da posse da acadêmica Elisabeth Abreu Caldeira Brito na Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás (AFLAG), julguei oportuno evocar a participação das mulheres em instituições dessa natureza. 

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ANO QUE FINDA

De repente, foi-se 2013. Passou como um vendaval levantando poeira, fazendo redemoinhos, colocando a nu fatos e idéias que pareciam dormitar na tranqüilidade da mesmice.

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A RÃ NA PANELA

          A historinha é conhecida: era uma vez uma rã que, feliz da vida, nadava na água fria de uma panela. Eis que alguém acendeu o fogo em baixo. A água começou a aquecer de forma quase imperceptível; a rã gostou e deixou-se ficar, curtindo a delícia que era o calorzinho a espalhar-se por todo o líquido e pelo seu corpo também.

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O PAPA EM CUBA

          Nos meus (longos) anos de vida, muitos fatos inesperados e inusitados presenciei, ou deles tomei conhecimento. Da chegada do homem à lua à queda do Muro de Berlim; do primeiro transplante de coração ao transporte de dólares na cueca de um político. Surpresas e bizarrices não têm faltado, o que não deixa de ser divertido.

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Os 90 anos do teatrólogo Otavinho Arantes

          O trindadense Otavinho Arantes, nome singular do teatro em Goiás, estaria agora fazendo 90 anos de idade. Nasceu no Largo da Matriz da cidade do Divino Pai Eterno em 1922, filho de Otávio Batista Arantes e Maria Aurora da Conceição Arantes.

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